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DIY Bullet-time
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7 curtas da Pixar que marcaram a infância
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DIY Bullet-time
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- Publicado em Terça, 19 Março 2013 09:37
- Escrito por Rodrigo Bassan
Bullet-time Aposto que quando você assistiu pela primeira vez ao filme Matrix, deve ter pirado no efeito bullet-time, quando um instante parece estar parado e a visão do expectador percorre o assunto “congelado” no ar.

A técnica popularizada pelo filme é muito usada hoje em jogos, em filmes e também fascina filmmakers amadores pelo mundo. Marc Donahue da Permagrin Films fez a própria gambiarra tecnológica para criar seu bullet-time DIY. Ele usou 15 câmeras GoPro em uma armação semi circular para conseguir o efeito.
Ele afirma que ainda não está perfeito, mas que está trabalhando para que a filmagem fique mais suave. Mesmo assim o resultado dos vídeos é bem bacana. Dá uma olhada:
7 curtas da Pixar que marcaram a infância
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- Publicado em Terça, 30 Outubro 2012 07:19
- Escrito por Lívia Neves
NostalgiaA gente percebe que está ficando velho quando as pessoas não lembram daquilo que estamos falando. Às vezes, quando juntamos uma roda de amigos retomamos lembranças e falamos sobre coisas que gostávamos como, por exemplo, os desenhos que assistíamos aos 6 anos de idade e que marcaram nossas vidas. Afinal, uma criança é capaz de assistir a mesma coisa repetidas vezes, sem cansar.
Aposto que você também tem um filme favorito da Disney. Mas, e os curtas que a Pixar colocava antes de começar o longa, você lembra?
1) GERI’S GAME
Esse aqui é de 1997 (há 15 anos), ele passava antes do primeiro “Vida de Insetos”.
2)PARTLY CLOUDY
Quem assistiu “Toy Story” vai sentir uma emoção com esse curta.
3)KNICK KNACK
Esse curta apareceu como bônus no DVD do “Procurando Nemo”.
4)FOR THE BIRDS
Antes de começar “ Monstros SA”, esse era o curta faz todos rirem.
5) BOUNDIN’
O curta que acompanhou a aventura “Os Incríveis”
6) ONE MAN BAND
Esse ai acompanhou o traileir do filme “Carros” nos cinemas.
7) LA LUNA
Confesso que estava ansiosa para esse. “La Luna” foi o último curta que eu vi e amei. O curta passou antes do filme “Valente”. Ainda não há disponível a versão completa dele, mas vale a pena ver um trecho.
Para aqueles que adoram os curtas da Pixar, assim como eu, vale a pena comprar o DVD. Nesse link está apenas R$ 10. Além dos 13 curtas de sucesso do estúdio, o DVD irá apresentar alguns extras inéditos.
Flash Mob Star Wars
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- Publicado em Quarta, 24 Outubro 2012 09:37
- Escrito por Rodrigo Bassan
Flash MOBEles já estiveram mais na moda, mas ainda assim os Flash Mobs encantam e cativam as pessoas de alguma forma. Imagine estar andando por algum lugar e sem explicação ou sinal aparente, pessoas começam a aparecer e cantar, dançar ou ainda andar como zumbis – como no Zombie Walk.
Flash Mobs são assim. Aglomerações instantâneas de pessoas, em certo lugar, para realizar determinada ação inusitada e previamente combinada. E, tão rápido quanto se formaram, elas se dispersam. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
Então você junta o Flash Mob com Star Wars e uma orquestra. Só podia dar nisto! Uma bela apresentação do tema das trilogias de George Lucas. Aconteceu na Wallraf Square em Cologne, Alemanha.
Consciência cor de rosa
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- Publicado em Quarta, 17 Outubro 2012 08:28
- Escrito por Regiane Folter
PrevençãoPassar pelo tratamento de câncer é um momento traumático que muda a forma como a pessoa vê o mundo. Alguns podem sentir que nasceram de novo, outros podem ficar para sempre contaminados com o medo e a incerteza. E algumas pessoas podem usar essa experiência para acolher e ajudar outros na mesma situação. Esse é o caso da engenheira Clara Vasconcelos e da cabelereira Nice Zamaro, que têm em comum a superação de um câncer de mama e o trabalho na ONG Amigas do Peito, organização bauruense que desenvolve projetos de assistência a portadoras dessa doença e ações de prevenção.
Procura-se uma amiga
Nice conta que a organização começou a se delinear em 2004, quando mulheres diagnosticadas com câncer de mama, pacientes do Dr. William Delgallo, começaram a se reunir. “Surgiu da necessidade que a gente tinha de dividir o que estávamos passando”, explica a cabeleireira, que se sentiu amparada pelas companheiras de grupo durante as duas vezes em que detectou e tratou tumores nas mamas. “O câncer é a doença da degradação humana”, afirma Clara. Desamparo e solidão são sentimentos comuns às portadoras de câncer e a possibilidade de ter com quem conversar e dividir os temores e dúvidas levou essas mulheres a se reunirem. No início, as pacientes conversavam via telefone, iam uma na casa da outra, até que aos poucos o grupo foi tomando proporções maiores com a adesão de mais e mais mulheres procurando ajuda mútua.
De repente, só falar sobre a vida durante o câncer já não era mais suficiente, e as amigas do peito começaram a estimular a prevenção. “Uma vez por ano você vai ao médico, mas o câncer não vai esperar você consultar o médico! Às vezes você acabou de fazer o exame, mas daí a dois, três dias, o tumor aparece”, alerta Nice, e dá a dica: a mulher precisa fazer o autoexame, se tocar e estar atenta a mudanças no corpo.
Trabalho cor de rosa
A ONG é formada por uma diretoria efetiva, que gerencia o planejamento dos projetos, e as voluntárias, que ajudam como e quando podem a partir das necessidades da organização. Dentre as ações que a Amigas do Peito desenvolve estão a Caminhada pela Vida, que acontece em comemoração ao Dia da Mulher, em março, e teve na sua última edição a participação de 4 mil pessoas, mutirões de prevenção em bairros carentes da cidade, com a distribuição de panfletos e orientação de como fazer o autoexame, e o Outubro Rosa, no qual o mês de outubro é marcado por uma programação de combate ao câncer. Esse movimento de conscientização surgiu nos anos 90 nos Estados Unidos e hoje envolve vários países. A marca do Outubro Rosa é a luz cor de rosa que ilumina prédios e construções famosas no mundo todo, como a torre Eiffel em Paris, o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, a ponte Estaiada em São Paulo, e outros. Em Bauru, a Amigas do Peito coordena a ação desde 2010, e a árvore gigante na Praça Portugal, a Câmara Municipal e a OAB são alguns dos locais que se tornam cor de rosa durante a noite para apoiar a iniciativa. Nesse sábado, o III Mutirão da Mama acontece no Hospital Estadual de Bauru, com o objetivo de examinar as bauruenses e detectar possíveis nódulos. Para mais informações, disque 14 3103-7777. No mesmo dia, outra ação da campanha acontece no Santa Madalena, com a festa Noite Outubro Rosa anos 70 e 80. Os convites podem ser adquiridos nas lojas Roth ou no Santa Madalena por R$ 25,00.
Vários prédios, públicos e privados, apoiam a campanha Outubro Rosa (Créditos: Amigas do Peito)
De olho na censura online
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- Publicado em Quinta, 11 Outubro 2012 08:27
- Escrito por Regiane Folter
CensuraNo final de setembro, a organização independente Freedom House, cujo trabalho é dedicado à expansão da liberdade ao redor do mundo, lançou a terceira edição do relatório anual “Liberdade na Internet: uma avaliação sobre internet e mídias digitais”. As novidades, infelizmente, não são nada boas: de acordo com o estudo, no último ano o mundo registrou aumento de práticas de censura, bloqueio a sites e até prisões e danos físicos a blogueiros em países autoritários.
A análise dos 47 países pesquisados foi feita por 50 profissionais que, para descobrir até que ponto a internet é um território livre nessas nações, buscaram informação por meio de pesquisas de leis e práticas referentes à internet, testes de acessibilidade a sites e entrevistas. Como resultado, 20 países, dos quais apenas quatro são governos democráticos, registraram danos à liberdade na web. “A internet transformou o jeito que as pessoas se informam, conduzem negócios, se comunicam umas com as outras, socializam e interagem com as instituições públicas. Preocupado com o poder das novas tecnologias em catalisar mudanças políticas, muitos Estados autoritários tomaram várias medidas para filtrar, monitorar ou obstruir a liberdade de expressão online”, diz um trecho do relatório.
Arábia Saudita, Etiópia, Uzbequistão e China são exemplos de Estados que criam barreiras para seus cidadãos acessarem a rede. Segundo o estudo, as restrições e formas de controle na internet não só tem crescido, mas os métodos para isso estão se expandindo de forma lenta e invisível, de forma a passar despercebidos. O controle governamental se dá em limitações de infraestruturas de conexões, bloqueio e filtro de conteúdos críticos ao regime, prisão de pessoas que divulgam informações consideradas proibidas e a mistura de informação factual com propaganda pró-governo. Em casos mais extremos, pessoas que se manifestaram na internet contra os governos de países como Azerbaijão e México foram assassinadas. Outros, como Egito e Líbia, nos quais as populações foram às ruas para protestar contra os regimes autoritários, apelaram para o corte na conexão, técnica usada amplamente pela China, que é citada no estudo como um “incubadora de novos e sofisticados tipos de restrições na internet”.
Enquanto países como Bahrein, Etiópia e Paquistão apresentaram os piores declínios, 14 nações tiveram resultados mais positivos, seja como resultado de abertura política ou mudança de regime (Tunísia, Líbia), como por causa de uma diversificação de conteúdo e diminuição no número de prisões ou censura comparado aos anos anteriores (Quênia, Indonésia, Geórgia). Democracias estabelecidas também registraram melhora, com os Estados Unidos ocupando o primeiro lugar como nação mais livre e a Estônia em segundo. O Brasil ocupa o 11º lugar, o que significa que passamos por uma ligeira melhora em relação a 2011. A esperança de dias mais livres está no crescimento do ativismo cidadão na web, a mobilização pública relacionada a questões de liberdade na internet e vitórias legislativas, como a não ratificação de projetos de lei como PIPA e SOPA, mostras de que a população pode até ser barrada, mas está a cada dia mais atenta e consciente de seus direitos.
Clássicos elementares, meu caro!
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- Publicado em Domingo, 07 Outubro 2012 14:47
- Escrito por Regiane Folter
Era uma vezClássicos da literatura sempre estão por ai: no livro surrado na estante, no pôster do novo blockbuster do cinema, na história contada pela vovó. Será que grandes escritores como os irmãos Grimm e Sir Arthur Conan Doyle sabiam, no momento em que colocavam seus personagens no papel pela primeira vez, que estavam criando seres que viveriam para a eternidade? O engraçado é que, mesmo sendo tão antigas e se passando em séculos atrás, essas histórias continuam interessantes para o mundo moderno de hoje – nada que uma adaptaçãozinha não resolva não é mesmo?
Elementary (“Elementar”)
Essa série da norte-americana CBS acaba de ser lançada e promete ser tão peculiar quanto o seu personagem principal, o detetive mais famoso de todos os tempos, Scherlock Holmes. Em seu terceiro episódio (o primeiro saiu dia 27 de setembro), a série traz Jonny Lee Miller como o detetive inglês e uma surpreendente Watson: Lucy Liu interpreta a médica e melhor amiga de Holmes. Na série, o detetive acaba de se mudar para Nova Iorque depois de um período em reabilitação e passa a dividir o apartamento com Joan Watson, ex-cirurgiã que perdeu sua licença depois da morte de um paciente e agora é a responsável por manter Holmes sóbrio. Apesar das mudanças que fizeram muitos fãs torcerem o nariz, a série continua prezando por aquilo que tornou Holmes famoso: a resolução de crimes.
Once Upon a Time (“Era Uma Vez”)
Será Storybrook apenas mais uma cidade comum dos EUA? O garoto Henry Mills (Jared Gilmore) não só discorda como tem um livro de contos de fadas para provar. Contos de fadas? Isso mesmo. Segundo o menino, todos os habitantes da cidade estão sob um feitiço da Rainha Má (vide Branca de Neve) que fez com que se esquecessem de quem realmente são e ficassem congelados no tempo até a chegada de Emma Swan (Jennifer Morrison), mãe biológica de Henry e a única com o poder de acabar com a magia. A todo o momento, os protagonistas precisam ajudar versões contemporâneas de Cinderela, Rumpelstiltskin, Chapeuzinho Vermelho, João e Maria, e outros personagens tão queridos da nossa infância, interligados nessa série da também norte-americana ABC.
Antiga ou moderna, fiel ao original ou adaptada aos dias de hoje, esses personagens estão tão incorporados às nossas vidas que é muito fácil se esquecer que são inventados e que hoje não estariam aqui se não fosse pela imaginação de alguém que pensou essas histórias há anos atrás. Os criadores de Scherlock Holmes e Branca de Neve podem ter inventado esses contos há um bom tempo, mas durante todos esses anos seus fãs nunca deixaram que esses e tantos outros personagens se extinguissem.





